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Viva o Futebol que nos une A pluralidade do povo brasileiro e seu amor pelo futebol inspiram o projeto, que faz da arquitetura proposta abrigo para a festa do povo em 2014. Um edifício que, como parte da cidade, adote em sua construção a valorização de conceitos como: flexibilidade, a mutabilidade, a sustentabilidade e a adaptabilidade. O projeto é uma obra aberta, o edifício se comunica com o visitante por sua composição, misturando-se ao lugar e a sua gente. A modulação do sistema construtivo em estrutura metálica, embora modular e ortogonal, também se adapta a diversas situações de organização espacial, favorecendo assim, a futura decisão quanto a sua exata implantação. Este sistema privilegia conceitos como a economicidade e a reciclagem possibilitando a reutilização e o reaproveitamento das peças estruturais na construção de outros equipamentos para a cidade sede, como creches e escolas, espalhando-se pelo território, tirando partido do fato de ser uma estrutura temporária. Na essência, Arena é um local de convergência do olhar e de concentração de pessoas. O espaço proposto é coberto, estabelecendo amplo abrigo aos frequentadores. Esta cobertura apresenta-se de forma circular, como um disco que paira sobre o terreno e edifícios. Este disco é composto pela mesma lógica estrutural presente na tradicional bola de futebol - a forma hexagonal de sua costura.   Colaboradores: Arq. Raíssa Rocha Honório Magalhães

Viva o Futebol que nos une A pluralidade do povo brasileiro e seu amor pelo futebol inspiram o projeto, que faz da arquitetura proposta abrigo para a festa do povo em 2014. Um edifício que,…

ARENAS DA COPA 2014

Partido Arquitetônico O terreno para implantação do Memorial do Estado do Rio de Janeiro ocupa dois lotes contíguos, que se abrem para duas ruas distintas. A fachada principal está voltada para Rua Joaquim Palhares, junto à praça da estação do metrô Estácio e ao Centro de Convenções da Cidade Nova. Ao lado está localizada a Igreja de São Joaquim. O segundo acesso é pela Rua João Paulo I. A vizinhança da Igreja e a intenção de preservar sua visibilidade determinaram a opção por recuar a fachada frontal e de criar um afastamento lateral generoso entre os dois edifícios. O recuo frontal evitou a solução em galeria definida pelo Plano Agache, que sem uma continuidade garantida pelas edificações vizinhas nos parece inadequada. Já recuo lateral permitiu a criação de uma grande área livre, por onde são definidos os acessos ao edifício. O programa do Memorial define claramente três grupos de atividades de naturezas distintas: os arquivos propriamente ditos, onde são guardados os documentos; as atividades técnicas e administrativas, que concentram a maior parte dos funcionários e comportam os serviços de gestão e conservação dos documentos, além da administração do conjunto; e as áreas destinadas ao público, como os espaços de exposição, o café, a livraria e o auditório. Parceria: Rua Arquitetos    

Partido Arquitetônico O terreno para implantação do Memorial do Estado do Rio de Janeiro ocupa dois lotes contíguos, que se abrem para duas ruas distintas. A fachada principal está voltada para Rua Joaquim Palhares, junto…

ARQUIVO DO ESTADO

A vez da Escola O projeto para o Colégio Estadual José Leite Lopes e NAVE (Núcleo Avançado em Educação) tomou corpo na parceria entre o Instituto OI Futuro e o Governo do Estado do Rio de Janeiro. A implantação de um novo projeto pedagógico fruto desta parceria busca atender alunos do ensino médio do sistema público. O local escolhido pelo Instituto OI Futuro para a inserção desta Escola consiste num bloco de dois edifícios, onde, atualmente, funciona o Centro de Distribuição de Linhas Telefônicas da OI. O maior objetivo do projeto consiste em ter que atender ao uso escolar e ao mesmo tempo isolar as áreas técnicas deste Centro, pois é inviável a realocação total do antigo uso. Porém o desafio de conciliar dois usos aparentemente desarmônicos é interessante, quando relacionamos a esta questão as tendências globais promovidas na reconstrução e transformação das grandes cidades, como o Rio de Janeiro, e seus centros urbanos abarrotados de concreto, vidro, aço e gente. As novas condições sociais, e conseqüentemente, arquitetônicas interferem na vida das cidades, que vêm, na sua condição heterogênea, encontrando saídas curiosas para exemplos de incompatibilidade de usos como este, onde a ocupação dos vazios e a sobreposição de sistemas de mobilidade tem se transformado constantemente, sendo hoje a chave para a boa conciliação entre atividades que aparentemente não conversam.   Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Marco Milazzo    

A vez da Escola O projeto para o Colégio Estadual José Leite Lopes e NAVE (Núcleo Avançado em Educação) tomou corpo na parceria entre o Instituto OI Futuro e o Governo do Estado do Rio…

NAVE OI

A Paisagem construída O espaço que tenha na sua essência o valor da convivência, do encontro, da troca, do cotidiano, como diretriz de projeto, não poderia ser concebido de outro modo, que não fosse através da criação de uma praça pública como espaço de convergência de atividades e manifestações diversas. Portanto, nosso projeto, basicamente é composto por uma praça suspensa, que direciona verticalmente os fluxos diversos, seguindo a lógica do programa do Complexo Cultural,Esportivo e de Lazer do SESC-Distrito Federal, que define claramente três grupos de atividades de naturezas distintas: áreas de ação cultural, áreas de ação de lazer e áreas para desenvolvimento físico desportivo. Esse variado conjunto gera um extenso programa de necessidades institucionais atendido pelo projeto arquitetônico, possibilitando a criação de áreas de convivência que articulam esses diferentes usos, e que podem também assumir uma reversibilidade no sentido em que poderão ser transformadas ocasionalmente em áreas de exposições, intervenções e apresentações diversas. Estes espaços privilegiam a integração visual e física entre os diversos ambientes, entre o complexo e a paisagem, estimulam a liberdade de circulação além de possibilitar acolhimento e sociabilidade entre os frequentadores.   Colaboradores: Arq. Raíssa Rocha Frederico Martinho Consultores e Projetistas complementares: Proj. do Teatro: Maurício Campbell Projeto Estrutural: Bruno Contarini Instalações Prediais: Gilvan Ferreira Ar condicionado: Paulo Kayano Paisagismo: Fernando Acylino e Violeta Pires

A Paisagem construída O espaço que tenha na sua essência o valor da convivência, do encontro, da troca, do cotidiano, como diretriz de projeto, não poderia ser concebido de outro modo, que não fosse através da criação…

SESC Brasília

Para marcar definitivamente a importância histórica e cultural da oportunidade de ter tal complexo de suporte olímpico na área portuária da cidade, propõe-se a efetiva marcação do território demonstrativa da mudança na maneira de se pensar a cidade e na sua relação com o usuário e o com mercado. Nossa ocupação se dá através da marcação de dois trechos de grande importância para a intervenção: o eixo da Av. Francisco Bicalho – sendo este transformado em um parque urbano linear; e uma bandeja retangular (formada por todo o terreno oeste, por um pequeno trecho da Av. Francisco Bicalho e por um trecho do terreno leste). Desta, brotam os edifícios de grande porte. Este complexo apresenta-se efetivamente como um marco ao acesso à cidade, cuja silhueta cria um senso de identidade, mesmo com a ocupação e construção no entorno de edifícios de mesmo gabarito. No entanto, sua presença é incontestavelmente clara e propositiva, cria uma maior atratividade e eficiência, coerentes com os padrões de uso do solo. Assim, a distribuição e locação ordenada e harmoniosa das diversas estruturas na paisagem possibilitam uma continuidade visual e espacial mais forte entre edifícios e espaços criando uma rede e possibilitando diversas experiências e oportunidades na paisagem urbana. Ela apresenta-se como o ponto zero da mudança, um verdadeiro “x” na apresentação cognitiva do Rio como cidade Olímpica: cria uma referência entre objetos e entre objetos e espaço.  

Para marcar definitivamente a importância histórica e cultural da oportunidade de ter tal complexo de suporte olímpico na área portuária da cidade, propõe-se a efetiva marcação do território demonstrativa da mudança na maneira de…

PORTO OLIMPICO

A Moldura da Paisagem O Edifício baseia-se na criação de espaços que promovam a experiência contínua, o intercâmbio, a possibilidade de ver e ser visto, a descoberta e o incentivo à criação, ensino e cultura. Assim sendo, o espaço é abordado como possibilitador de experiências diversas, onde cada um interpreta, se apropria e modifica o ambiente de maneira diferente segundo sua forma de ver o mundo, segundo aquilo que conhece. Neste projeto, a incorporação da experiência do indivíduo na percepção da arquitetura deve vir, no entanto, acompanhado da possibilidade de ampliar a ideia de individualidade, assumindo assim que o usuário é considerado um habitante ativo da cidade e desta forma, é parte de uma coletividade. Assim, edifício proposto estimula a intercomunicação espacial a partir da estratégia de construir no entorno imediato novas relações legíveis a partir da criação de espaços de circulação e de grandes áreas de convívio que se constituem como vazios vibrantes que promovem a aglomeração de pessoas e se abre para as relações entre os espaços.   Colaboradores: Arq. Ronaldo Brilhante e arq.Raissa Rocha Luisa Gonçalves e Luana Fonseca

A Moldura da Paisagem O Edifício baseia-se na criação de espaços que promovam a experiência contínua, o intercâmbio, a possibilidade de ver e ser visto, a descoberta e o incentivo à criação, ensino e cultura.…

HOTEL PAINEIRAS

Membrana Ativa O desenvolvimento do projeto para o Laboratório de Análise, Pesquisa e Controle dos Derivados do Tabaco para a ANVISA surgiu da proposta de criar uma relação entre interior e exterior do edifício. Preliminarmente, nos foi apresentado um estudo de layout que contemplava a definição dos espaços através da compreensão das operações técnicas necessárias para o funcionamento do laboratório e de suas interfaces com os mecanismos produtivos que são responsáveis pelo funcionamento do processo de análise dos derivados do Tabaco. Este sistema operacional, refletido pelas definições espaciais da planta apresentada deve, no nosso entendimento, transbordar para o exterior. Se anteriormente a espacialidade do conjunto não representava expressão alguma, hoje, entendida como fruto também do seu interior a composição volumétrica poderá assumir um papel mais significativo não só na identidade do edifício, como também na sua expressão arquitetônica. Propusemos então uma estrutura de fechamento do volume “operacional" que, conseqüentemente, transformará o resultado espacial do programa numa resposta mais concreta ao entorno do qual ele faz parte. Diferentemente de uma “roupagem”, que se apresenta como uma “máscara”, ou como uma solução independente do interior, a estrutura de fechamento proposta do novo edifício interage com o programa, funcionando como um espaço de transição entre o lúdico e o funcional. Chamamos então esta estrutura espacial que abraça o edifício de “membrana ativa”. Ela é responsável pelas respostas espaciais, gráficas e compositivas da intersecção entre interior e exterior, entre público e privado, entre técnico e administrativo. Ela cria situações novas de convivência e propicia interpretações diversas dos espaços que são frutos da absorção das estruturas que a compõe. A “membrana ativa” transcende o simples papel de proteção solar ou de fachada. Ela maximiza e acrescenta através de sua estrutura,…

Membrana Ativa O desenvolvimento do projeto para o Laboratório de Análise, Pesquisa e Controle dos Derivados do Tabaco para a ANVISA surgiu da proposta de criar uma relação entre interior e exterior do edifício. Preliminarmente,…

ANVISA

O gesto de Projeto Situado no campus da Praia Vermelha, o novo edifício da Escola de Arquitetura e Urbanismo será implantado num terreno triangular de 832m2, lindeiro à Rua Passos da Pátria. Na lateral sul, o terreno se abre ao acesso principal do campus da Praia Vermelha, nos fundos (oeste) situa-se a encosta conformada pelo corte do morro do Ingá, fruto das obras de construção do campus, e na lateral norte faz divisa com uma casa histórica (antigo Jardim de Infância Ingá). O novo edifício é vizinho, por um lado, ao conjunto histórico tombado, constituído pelos edifícios do Casarão, Chalé e pelos jardins da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF (EAU-UFF), e por outro, à casa do antigo Jardim de Infância Ingá, incluída na área de tutela dos bens tombados pelo INEPAC e parte do conjunto da APAU municipal. Condicionado pelos índices urbanísticos e do Patrimônio para a área específica, como afastamentos de 5m e limite a altura de 2 pavimentos, o anexo da EAU busca em sua limitada área de ocupação a devida atenção às relações arquitetônicas, urbanísticas e históricas presentes no contexto do terreno. Além de abrigar o acervo existente, o edifício foi concebido com o intuito de amplia-lo, configurando-se não apenas como um edifício de abrigo da memória, mas também como um edifício que pudesse através de sua arquitetura fazer de seus elementos construtivos e conceituais visíveis, tornando-se assim, parte integrante do dia a dia acadêmico do conjunto arquitetônico da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF. Este trabalho é fruto do desejo coletivo de ex-alunos da EAU UFF em contribuir para sua amada escola. O projeto de Arquitetura foi então doado por este escritório em 2009 para a…

O gesto de Projeto Situado no campus da Praia Vermelha, o novo edifício da Escola de Arquitetura e Urbanismo será implantado num terreno triangular de 832m2, lindeiro à Rua Passos da Pátria. Na lateral sul,…

ANEXO_BIBLIOTECA EAU UFF

O medo do desconhecido São os mistérios que o mar oculta que nos inspiraram no desenvolvimento do discurso de criação para o projeto arquitetônico para o Centro de Ciências do MAR da UFF. Este sentimento faz a nossa imaginação navegar por mares ainda não descobertos, nos estimulando na criação de formas arquitetônicas que remetam à lembrança de seres aquáticos, com o objetivo de instigar o visitante a percorrer e a descobrir a arquitetura que abriga áreas de estudo, pesquisa e  aquário. O edifício é implantado no campus da UFF da Praia Vermelha e ocupa um terreno com aproximadamente 30mil m². Sua maior extensão está voltada para o norte assim como os demais edifícios do campus. Como está numa cota elevada, o edifício quase aderido a topografia, não ganha proporções verticais exageradas, mantendo-se adequadamente horizontal de maneira a respeitar o conjunto arquitetônico formado pelo Forte do Gragoatá e pela ilha da Boa Viagem, ambos Bens Tombados Federais. No térreo é inserido o edifício que abriga a área do aquário, um centro gastronômico e os acessos principal e de serviços ao edifício. Apesar de estar concentrado num único corpo todo o programa, o edifício pode ser acessado individualmente. A área da exposição dos tanques, teatro/auditório, centro gastronômico e área de pesquisa têm vida própria, não possuindo fluxos cruzados, que poderiam desqualificar a logística de ocupação diária e noturna do conjunto. Propomos também, toda a recuperação arbórea do morro onde o edifício é inserido, além do desenvolvimento de uma adequada urbanização para o entorno imediato, fazendo desta área um grande atrativo na cidade de Niterói. Todo o design arquitetônico é pensado de maneira a atender às necessidades bioclimáticas e sustentáveis do conjunto, com a inserção de coberturas…

O medo do desconhecido São os mistérios que o mar oculta que nos inspiraram no desenvolvimento do discurso de criação para o projeto arquitetônico para o Centro de Ciências do MAR da UFF. Este sentimento…

CENTRO DE CIENCIAS DO MAR_UFF

A metodologia adotada para o desenvolvimento do projeto de interiores para o IED_RIO é baseada na criação de espaços que sirvam como condutores de experiências contínuas, de intercâmbios, de descobertas e de incentivos à criação, ensino e cultura através da criação de espaços que se transformam, adaptando seu mobiliário e fechamentos diversos a múltiplas possibilidades. Nosso objetivo maior é fazer do edifício uma espécie de “caixa cênica”, um mecanismo que promove a transformação espacial através de elementos móveis, como cortinas e biombos. No teatro a caixa cênica é responsável por toda a mobilidade cênica do ambiente, permitindo a flexível adaptabilidade do espaço. É com este mesmo espírito que propomos ocupar os espaços do IED_RIO. Fazer do edifício este mecanismo de estímulo a possibilidades espaciais diversas e criativas. Onde o próprio usuário pode participar da construção do espaço, de sua transformação e mobilidade. 1º.Lugar_Concurso privado para a ambientação do IED Rio Parceiro:Vitor Garcez Colaboradores: Arquiteto: Tetsuya Maruyama Designer: Miguel Nobrega Lighting Designer: Diana Joels Barbara Cutlak Honorio Magalhães

A metodologia adotada para o desenvolvimento do projeto de interiores para o IED_RIO é baseada na criação de espaços que sirvam como condutores de experiências contínuas, de intercâmbios, de descobertas e de incentivos à…

IED Rio