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MEMORIAL – SÍNTESE  A relação entre a base natural e a construção é o principal articulador da composição volumétrica e espacial do edifício, permitindo que este seja fruto desta franca associação entre edifício e paisagem;  A invasão do terreno no edifício, permite que a construção seja percebida parcialmente, ganhando assim, elegantes proporções horizontais, para melhor integração no ambiente envolvente;  O edifício ganha proporções sóbrias, permitindo que claramente seja percebido, sem se destacar de maneira agressiva, propondo ao lugar a percepção de sua presença sóbria e harmônica;  O edifício é envolvido por áreas verdes interna e externamente – formando um volume em forma de U, abraçando o lugar e se espalhando pelo mesmo; Os estacionamentos também fazem parte da geografia, e são formados por lajes de cobertura ajardinada e desaparecem em meio à nova composição de parte do terreno; A implantação do novo edifício garante facilidade de acesso de pedestres e de automóveis ao parque de estacionamento; Propomos um edifício permeável ao terreno, que atendesse as necessidades funcionais e administrativas do IPHAN; Permitimos com nossa implantação um franco acesso ao público e ao mesmo tempo um acessos controlados à área restrita de funcionários; O acesso público é feito através de um pátio interno, que funciona como centro umidificador e ventilador natural de todo o edifício, reforçando seu comprometimento com a melhor operacionalidade das condições térmicas do lugar; Optamos na construção de um edifício cuja técnica construtiva será em estrutura metálica, para maior flexibilidade e aproveitamento estrutural dos vãos de grandes dimensões, além das demais contribuições técnicas já conhecidas deste sistema; A organização interna espacial foi pensada em permitir a criação de um “open-space”, para maior adaptabilidade a novas funções e…

MEMORIAL – SÍNTESE  A relação entre a base natural e a construção é o principal articulador da composição volumétrica e espacial do edifício, permitindo que este seja fruto desta franca associação entre edifício e…

IPHAN

ACOLHIMENTO Importante equipamento urbano, os Mercados Públicos sempre foram espaços de encontro, de manifestações culturais, de lazer, de comércio e troca. Ao longo dos tempos, a arquitetura dos Mercados Públicos se mistura à evolução tecnológica da cidade, de seus costumes e tradições culturais difusoras da memória coletiva. O Mercado Público trás consigo seu original espírito urbano, que o relaciona diretamente com elementos como a rua, a praça e o passeio. Esta questão conduziu conceitualmente nossa proposta para implantação do Mercado Público de Blumenau. Entendemos que o Mercado deve fazer parte da cidade, assim como a cidade deve invadir o Mercado. No terreno estabelecido para a implantação do novo Mercado criamos uma praça que concentra, hierarquiza e distribui todo o fluxo de acesso, permanência ou passagem por sua área, possibilitando a criação de uma franca relação com as diversas atividades existentes no novo edifício, potencializando também a percepção espacial do conjunto arquitetônico que se destaca e se abre para a cidade. Este partido arquitetônico nos garante a construção de um espaço adequado para o bem estar da “vida” do Mercado, fazendo da sua apropriação coletiva e privada, ferramenta de fundamental importância para a integração social e econômica de suas diversas atividades. Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Marco Milazzo

ACOLHIMENTO Importante equipamento urbano, os Mercados Públicos sempre foram espaços de encontro, de manifestações culturais, de lazer, de comércio e troca. Ao longo dos tempos, a arquitetura dos Mercados Públicos se mistura à evolução tecnológica da…

MERCADO BLUMENAU

Biblioteca Central da PUC   Motivados por um desejo de liberdade e flexibilidade, reflexos da democratização do conhecimento e da cultura, temos como visão para este novo espaço um sítio de informação, troca de ideias, estímulo da cidadania e de conceitos contemporâneos. Na nossa visão, a energia intelectual vibrante alia-se à boa disposição informal generalizada, formando um todo unificado, impulsionador e forte como um coração: o coração do campus da PUC – Rio. Através de espaços que possam gerar novas dinâmicas, a Biblioteca Cultural que propomos, deverá estimular a propagação do conhecimento através do contato homem-livro e homem-homem. Só assim, permitindo a ponte entre o saber e o encontro, poderemos criar um edifício como um organismo funcional, que se renove e mantenha, através de ciclos interativos de atividades cooperativas. Este novo espaço de cultura será, por isso, mais do que um abrigo de informação, assumindo um papel ativo na formação de cada usuário não apenas como estudante, mas também como cidadão e Homem.   Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins, Marco Milazzo Colaborador: Arq. Saha Jorge

Biblioteca Central da PUC   Motivados por um desejo de liberdade e flexibilidade, reflexos da democratização do conhecimento e da cultura, temos como visão para este novo espaço um sítio de informação, troca de ideias, estímulo…

BIBLIOTECA PUC