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Educação pra todos - Os equipamentos educacionais participam ativamente do cotidiano de uma comunidade. Influenciam na formação sociocultural de seus habitantes, atuam como impulsionadores de potencialidades diversas para além de seus limites físicos, sendo capazes de estabelecer relações de pertencimento e acolhimento para aqueles que habitam sua vizinhança. Localizado em uma área de ocupação recente, o bairro do Crixá, na cidade já consolidada de São Sebastião, o terreno destinado para a implantação da Escola Classe é caracterizado pela regularidade em suas dimensões e por seu desnível máximo 5 metros que orientou a estratégia de ocupação. Assim, o acesso à Escola se dá no ponto mais alto do terreno, voltado para a Avenida Crixá, gerando uma esplanada elevada de acesso, que tenha na sua essência o valor da convivência, do encontro, da troca, do cotidiano do bairro como diretriz de projeto. Este é o espaço responsável por receber os alunos e visitantes, promovendo assim, a transição entre o espaço público e o privado, além de possibilitar as visadas para o restante da escola. É responsável ainda por distribuir os fluxos seguindo a lógica do programa da Escola Classe, que define claramente grupos de atividades de naturezas distintas: áreas administrativas, áreas pedagógicas, áreas recreativas e áreas de serviço. Autores: Ana Paula Polizzo, Danilo Galvão, Gustavo Martins e Marina Barcellos

Educação pra todos - Os equipamentos educacionais participam ativamente do cotidiano de uma comunidade. Influenciam na formação sociocultural de seus habitantes, atuam como impulsionadores de potencialidades diversas para além de seus limites físicos, sendo…

CONCURSO CODHAB – Escola em Brasilia

O Espelho do Outro A intervenção sócio-espacial em comunidades de baixa renda sempre perseguiu, de maneira generalizada, a idéia de que as urbanizações deveriam partir da análise e identificação das potencialidades dos núcleos existentes em seu interior. Estes núcleos - equipamentos públicos ou conjuntos de habitações existentes - se conectam a novos equipamentos inseridos nas margens das comunidades através de uma nova malha viária, possibilitando a interligação entre a favela e o restante do tecido urbano. Este cenário, repetidamente experimentado, apresenta uma postura unilateral com relação ao dialogo proposto com a cidade. Assim, a favela, na maioria das vezes, é a responsável pela busca da conexão entre as partes. Nossa proposta, no entanto, se baseia na bilateralidade, onde não só a favela busca se conectar com o tecido da cidade, mas a própria cidade passa a exercer o mesmo movimento de troca com relação à favela. Esse argumento não se baseia somente nas alterações espaciais fundamentais para recuperação de uma área degradada; ele pretende mostrar que o resultado físico do processo de reconhecimento e aceitação entre as diferentes partes passa pela constante consciência do papel exercido por cada agente no processo de transformação da cidade, onde o bairro e a favela conversam e se aceitam. Onde tudo é cidade. Colaboradores: Arq. Raissa Rocha Ana Beatriz Peixoto, Tapio Rossato, Vitor Cunha e Jan Kudlicka  

O Espelho do Outro A intervenção sócio-espacial em comunidades de baixa renda sempre perseguiu, de maneira generalizada, a idéia de que as urbanizações deveriam partir da análise e identificação das potencialidades dos núcleos existentes em…

MORAR CARIOCA

O SESC para todos O projeto do edifício que abrigará o Complexo Cultural, Esportivo e de Lazer do SESC Franca pretende integrar arquitetura e paisagem, com o cuidado de preservar e, simultaneamente, estabelecer uma dinâmica contemporânea que se reflete na construção do terreno, capaz de reforçar o sentido de lugar do sítio, por carregar significados, agregar pessoas e possibilitar acontecimentos.   Parceria: Vitor Garcez Coloborador: Honorio Magalhães

O SESC para todos O projeto do edifício que abrigará o Complexo Cultural, Esportivo e de Lazer do SESC Franca pretende integrar arquitetura e paisagem, com o cuidado de preservar e, simultaneamente, estabelecer uma dinâmica…

SESC Franca

A proposta se define através da análise da situação urbanística pré-existente na extremidade do Teleporto, Rio de Janeiro (Plano Diretor para o Centro Empresarial da Cidade Nova - desenvolvido em 1994). Localizado nesta posição especial, o objeto arquitetônico responde a duas exigências urbanísticas que determinam o partido do projeto, as duas velocidades de movimentação e percepção. A arquitetura evidencia o contraste entre a percepção através do movimento rápido do carro e o movimento contemplativo do pedestre. Com essa dualidade se define a sua organização interna, a composição volumétrica e seu desenho arquitetônico. Na face voltada para as rodovias foi criado um volume único seguindo a curva do terreno e a velocidade dos fluxos com um tratamento homogêneo de uma fachada mídia. Esse tratamento expressa para o exterior o dinamismo dos eventos e possibilita o uso de propaganda (como fonte de receitas extras) e indicação da programação. Em contrapartida a face voltada para a rua Herbert de Souza se diferencia, assumindo a escala humana a ser percebida pelos transeuntes. Partindo da rua Herbert de Souza junto ao edifício do CASS e Anexo da Prefeitura e passando pelas quadras do futuro núcleo, encontramos seu arremate visual no edifício tombado. O edifício antigo ganha um novo uso e passa a fazer parte do novo conjunto de edificações. Através da definição de uma Praça Coberta ao redor do edifício existente foi criado um espaço de transição, que une todos os acessos aos usos da nova edificação, definindo um espaço de convívio apoiado pelas atividades de cultura lazer e entretenimento.   Prêmio de 2º Lugar_ Concurso Público Nacional Autores: Ana Paula Polizzo, André Lompreta, Juliana Fleury, Gustavo Martins, Marco Milazzo e Thorsten Nolte  

A proposta se define através da análise da situação urbanística pré-existente na extremidade do Teleporto, Rio de Janeiro (Plano Diretor para o Centro Empresarial da Cidade Nova - desenvolvido em 1994). Localizado nesta posição…

CCCRJ

A região e a cidade de Natal vem experimentando um rápido processo de crescimento do turismo. O resultado, porém, nem sempre é sensível aos processos naturais, impondo ao território intervenções que desmerecem a qualidade da paisagem. Os custos tangíveis e intangíveis para a recuperação ambiental e paisagística são enormes para os empreendedores.   Embora, o sítio da praia de Muriú, tenha sofrido na sua historia econômica impactos negativos ao usar o solo com agricultura insustentável e mais recentemente pela construção de edifícios destinados ao turismo, inadequados ao local, ele tem excelente potencial para o desenvolvimento de um Resort com múltiplas alternativas de lugares turísticos de alta qualidade em harmonia e integrados aos elementos naturais remanescentes e recuperados. O desafio do projeto será conciliar os legítimos objetivos dos empreendedores com intervenções sensíveis que substitua o velho conceito inercial do turismo desnaturalizado pelo sustentável.   Trabalho entre os 4 finalista em Concurso Internacional promovido pela Revista Italiana L`Arca Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Marco Milazzo Parceiro: Luiz Teixeira, Juliana Fleury

A região e a cidade de Natal vem experimentando um rápido processo de crescimento do turismo. O resultado, porém, nem sempre é sensível aos processos naturais, impondo ao território intervenções que desmerecem a qualidade…

RESORT PRAIA DE MURIÚ

A Praça como teatro do Povo Tendo como diretriz principal o desenvolvimento de um equipamento de referência para a área cultural do Rio Grande do Norte, assim como a criação de um espaço que permitirá a representação de toda e qualquer forma de arte, nos sentimos na obrigação de buscar conceitualmente um elemento sólido, resultado da história do lugar, de suas sobreposições temporais, vontades coletivas e convivências diárias. A partir do entendimento físico do espaço existente, buscamos mecanismos para propor um projeto consequente, resultante destas leituras e que reflete, através de sua conformação física e desejos culturais. Na nossa proposta, o povo potiguar é considerado o artista que modela a cidade. Sem gente não há veracidade no espaço, movimento ou troca. O povo no espaço público é artista e espectador, mistura fantasia com realidade. Propomos então, uma arquitetura que gere continuidade aos espaços públicos, o principal elemento de nosso discurso. Queremos fazer de nosso objeto arquitetônico parceiro do imaginário popular, e para isso, nosso palco não poderia ser outro se não o espaço público, materializado na forma de uma praça que une e evidencia através de seus vazios, quatro grandes edifícios que servem como panos de fundo aos anseios populares. São objetos que absorvem os vestígios do povo em forma de arte, funcionam como catalisadores físicos que respondem externamente valores do dia a dia grifados em suas paredes. Além disso, o espaço deverá servir de suporte para uma estratégia rumo à construção da cidadania, uma vez que poderá possibilitar a potencialização de encontros, de trocas de informações, experiências e convívio social. É a partir do reconhecimento e criação de um “lugar” pelo próprio povo, através da geração de uma referência…

A Praça como teatro do Povo Tendo como diretriz principal o desenvolvimento de um equipamento de referência para a área cultural do Rio Grande do Norte, assim como a criação de um espaço que permitirá…

TEATRO DE NATAL

Acessibilidade Universal+Potencialidade Urbana Após a identificação das limitações impostas pelas barreiras arquitetônicas encontradas na área, propomos sua eliminação visando uma potencialização da aproximação entre partes desconexas (polaridades), que estimularão o vínculo físico e social entre elas. Este fator dinamizará a ocupação democrática dos espaços construídos para todos os indivíduos, independente de suas características físicas, sensoriais e mentais. Buscamos através de nossa proposta tornar a Praça Dom Jose Gonçalves da Costa e o Bairro de Piratininga mais acessíveis, o que significa melhorar a “costura” da Região Oceânica com o município de Niterói e, conseqüentemente, com a cidade do Rio de Janeiro; de Piratininga com os bairros vizinhos; e da Praça com as sub-centralidades locais e com as áreas lindeiras, estabelecendo vínculos mais fortes, consolidando uma identidade local e uma percepção de “pertencimento”. Estas diretrizes buscam uma valorização não só do espaço urbano, mas também da coletividade, através do estímulo ao desempenho social, político, histórico e simbólico do espaço. Entendemos que esta valorização e requalificação venham a estimular e fortalecer o aspecto de centro de bairro desta área. Este dado orientou critérios gerais de atuação em cada uma das escalas de observação, para consolidação das relações entre partes importantes do entorno. 3o.Lugar no Concurso de Ideias - Piratininga Acessível Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Marco Milazzo Parceiros: Paisagismo: Fernando Acylino

Acessibilidade Universal+Potencialidade Urbana Após a identificação das limitações impostas pelas barreiras arquitetônicas encontradas na área, propomos sua eliminação visando uma potencialização da aproximação entre partes desconexas (polaridades), que estimularão o vínculo físico e social entre…

PIRATININGA ACESSÍVEL

SOB e SOBRE O viaduto forma dois espaços, o “sob” e o “sobre”, que possuem frequências e ritmos distintos. Propomos pensar o viaduto como um objeto arquitetônico, que consequentemente responde às necessidades de integração contextual com a vizinhança. Em nosso mundo contemporâneo onde tudo é fluxo, rede, interface e comunicação, o espaço construído adquiriu novas dimensões e significado. O conceito proposto para o objeto arquitetônico vai além do estatuto de mera construção ou equipamento, mas tem a capacidade de superar e subverter o sentido de fechamento e alinhamento estáticos. Aspira, assim, a transformação da malha urbana no seu sentido mais amplo, integrando a cidade e operando em seus elementos respostas às novas dinâmicas urbanas.   Prêmio de 2º LUGAR Concurso Público Nacional Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Marco Milazzo Parceria: MoVle, Moisés Zindeluk e Diana Joels

SOB e SOBRE O viaduto forma dois espaços, o “sob” e o “sobre”, que possuem frequências e ritmos distintos. Propomos pensar o viaduto como um objeto arquitetônico, que consequentemente responde às necessidades de integração contextual…

PERIMETRAL

MEMORIAL – SÍNTESE  A relação entre a base natural e a construção é o principal articulador da composição volumétrica e espacial do edifício, permitindo que este seja fruto desta franca associação entre edifício e paisagem;  A invasão do terreno no edifício, permite que a construção seja percebida parcialmente, ganhando assim, elegantes proporções horizontais, para melhor integração no ambiente envolvente;  O edifício ganha proporções sóbrias, permitindo que claramente seja percebido, sem se destacar de maneira agressiva, propondo ao lugar a percepção de sua presença sóbria e harmônica;  O edifício é envolvido por áreas verdes interna e externamente – formando um volume em forma de U, abraçando o lugar e se espalhando pelo mesmo; Os estacionamentos também fazem parte da geografia, e são formados por lajes de cobertura ajardinada e desaparecem em meio à nova composição de parte do terreno; A implantação do novo edifício garante facilidade de acesso de pedestres e de automóveis ao parque de estacionamento; Propomos um edifício permeável ao terreno, que atendesse as necessidades funcionais e administrativas do IPHAN; Permitimos com nossa implantação um franco acesso ao público e ao mesmo tempo um acessos controlados à área restrita de funcionários; O acesso público é feito através de um pátio interno, que funciona como centro umidificador e ventilador natural de todo o edifício, reforçando seu comprometimento com a melhor operacionalidade das condições térmicas do lugar; Optamos na construção de um edifício cuja técnica construtiva será em estrutura metálica, para maior flexibilidade e aproveitamento estrutural dos vãos de grandes dimensões, além das demais contribuições técnicas já conhecidas deste sistema; A organização interna espacial foi pensada em permitir a criação de um “open-space”, para maior adaptabilidade a novas funções e…

MEMORIAL – SÍNTESE  A relação entre a base natural e a construção é o principal articulador da composição volumétrica e espacial do edifício, permitindo que este seja fruto desta franca associação entre edifício e…

IPHAN

ACOLHIMENTO Importante equipamento urbano, os Mercados Públicos sempre foram espaços de encontro, de manifestações culturais, de lazer, de comércio e troca. Ao longo dos tempos, a arquitetura dos Mercados Públicos se mistura à evolução tecnológica da cidade, de seus costumes e tradições culturais difusoras da memória coletiva. O Mercado Público trás consigo seu original espírito urbano, que o relaciona diretamente com elementos como a rua, a praça e o passeio. Esta questão conduziu conceitualmente nossa proposta para implantação do Mercado Público de Blumenau. Entendemos que o Mercado deve fazer parte da cidade, assim como a cidade deve invadir o Mercado. No terreno estabelecido para a implantação do novo Mercado criamos uma praça que concentra, hierarquiza e distribui todo o fluxo de acesso, permanência ou passagem por sua área, possibilitando a criação de uma franca relação com as diversas atividades existentes no novo edifício, potencializando também a percepção espacial do conjunto arquitetônico que se destaca e se abre para a cidade. Este partido arquitetônico nos garante a construção de um espaço adequado para o bem estar da “vida” do Mercado, fazendo da sua apropriação coletiva e privada, ferramenta de fundamental importância para a integração social e econômica de suas diversas atividades. Autores: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Marco Milazzo

ACOLHIMENTO Importante equipamento urbano, os Mercados Públicos sempre foram espaços de encontro, de manifestações culturais, de lazer, de comércio e troca. Ao longo dos tempos, a arquitetura dos Mercados Públicos se mistura à evolução tecnológica da…

MERCADO BLUMENAU