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O Museu é um produto e um catalizador de desenvolvimento econômico e cultural, mas também de atividade, de memória coletiva, de educação e de conhecimento. Com a projeção no tempo e no espaço ambicionadas, a reflexão sobre seu propósito ganha notoriedade em todo o mundo. No Brasil, as instituições arquivo e museu são antigas e hoje têm suas atribuições e características bem definidas e debatidas. Tanto os arquivos como os museus preservam acervos que são vistos como objetos de memória, processam informações e tornam disponíveis à sociedade. Mas também possuem os mesmos problemas, como pessoal qualificado e espaço físico, além de, como outras instituições culturais, estarem entre os primeiros a enfrentar as demissões e fechamento durante os períodos de escassez de recursos. Neste sentido, optou-se por entender o espaço projetado de maneira flexível, permitindo que o mesmo pusesse se adaptar às necessidades da futura exposição, respeitando seus limites físicos espaciais. O objetivo é criar um espaço que não só abrigue a memória, como também funcione como um catalizador de atividades culturais e educacionais voltadas aos interesses da cidade e do seu bairro. Assim sendo, seu espaço foi concebido buscando surgir de maneira contida, respeitando o espírito do lugar, se adaptando as necessidades, escala e espacialidades já contidas no atual complexo, sem se esquivar de sua responsabilidade como construção contemporânea. Equipe de Desenvolvimento: Autoria: Ana Paula Polizzo, Gustavo Martins e Josep Ferrando  

O Museu é um produto e um catalizador de desenvolvimento econômico e cultural, mas também de atividade, de memória coletiva, de educação e de conhecimento. Com a projeção no tempo e no espaço ambicionadas,…

CENTRO DE PRESERVAÇÃO DA HISTÓRIA FERROVIÁRIA DO RIO DE JANEIRO

O edifício do Bloco G do CEFET/RJ Campus Maracanã é composto por 4 pavimentos para abrigar refeitório, arquivo e biblioteca ocupando área total de 2540m². As áreas destinadas ao programa são compostas por uma modulação estrutural de 6.00x5.00m. A entrada de público acontece pelo lado sul e sudeste, com entrada separada para os serviços. O andar térreo é composto pelo refeitório com capacidade para 200 alunos, assim como toda a área de apoio a ele (áreas de preparo, de lavagem e de estocagem de alimentos). Ainda no térreo encontram-se o hall de acesso à biblioteca e arquivos que se encontram nos pavimentos superiores. No segundo pavimento estão localizados o acesso à biblioteca e a área de acervo assim como a área administrativa. No terceiro pavimento estão as salas de estudo (individual e em grupo), assim como a videoteca para 42 alunos e o arquivo especial. Por fim, no último pavimento, está localizado o arquivo e sua área técnica, a área de exposições e a administração. A circulação vertical é feita por três elevadores e uma escada enclausurada, e os sanitários estão localizados em prumada para a otimização das instalações prediais. Os shafts propostos para abrigar quadros e prumadas encontram-se próximo ao centro do edifício. Os materiais e métodos construtivos aqui propostos visam atender às condições do local da implantação, a facilidade de operação e manutenção, considerando também as disponibilidades econômicas e financeiras para a implantação do empreendimento.

O edifício do Bloco G do CEFET/RJ Campus Maracanã é composto por 4 pavimentos para abrigar refeitório, arquivo e biblioteca ocupando área total de 2540m². As áreas destinadas ao programa são compostas por uma modulação…

CEFET Maracanã

O Espelho do Outro A intervenção sócio-espacial em comunidades de baixa renda sempre perseguiu, de maneira generalizada, a idéia de que as urbanizações deveriam partir da análise e identificação das potencialidades dos núcleos existentes em seu interior. Estes núcleos - equipamentos públicos ou conjuntos de habitações existentes - se conectam a novos equipamentos inseridos nas margens das comunidades através de uma nova malha viária, possibilitando a interligação entre a favela e o restante do tecido urbano. Este cenário, repetidamente experimentado, apresenta uma postura unilateral com relação ao dialogo proposto com a cidade. Assim, a favela, na maioria das vezes, é a responsável pela busca da conexão entre as partes. Nossa proposta, no entanto, se baseia na bilateralidade, onde não só a favela busca se conectar com o tecido da cidade, mas a própria cidade passa a exercer o mesmo movimento de troca com relação à favela. Esse argumento não se baseia somente nas alterações espaciais fundamentais para recuperação de uma área degradada; ele pretende mostrar que o resultado físico do processo de reconhecimento e aceitação entre as diferentes partes passa pela constante consciência do papel exercido por cada agente no processo de transformação da cidade, onde o bairro e a favela conversam e se aceitam. Onde tudo é cidade. Colaboradores: Arq. Raissa Rocha Ana Beatriz Peixoto, Tapio Rossato, Vitor Cunha e Jan Kudlicka  

O Espelho do Outro A intervenção sócio-espacial em comunidades de baixa renda sempre perseguiu, de maneira generalizada, a idéia de que as urbanizações deveriam partir da análise e identificação das potencialidades dos núcleos existentes em…

MORAR CARIOCA

O gesto de Projeto Situado no campus da Praia Vermelha, o novo edifício da Escola de Arquitetura e Urbanismo será implantado num terreno triangular de 832m2, lindeiro à Rua Passos da Pátria. Na lateral sul, o terreno se abre ao acesso principal do campus da Praia Vermelha, nos fundos (oeste) situa-se a encosta conformada pelo corte do morro do Ingá, fruto das obras de construção do campus, e na lateral norte faz divisa com uma casa histórica (antigo Jardim de Infância Ingá). O novo edifício é vizinho, por um lado, ao conjunto histórico tombado, constituído pelos edifícios do Casarão, Chalé e pelos jardins da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF (EAU-UFF), e por outro, à casa do antigo Jardim de Infância Ingá, incluída na área de tutela dos bens tombados pelo INEPAC e parte do conjunto da APAU municipal. Condicionado pelos índices urbanísticos e do Patrimônio para a área específica, como afastamentos de 5m e limite a altura de 2 pavimentos, o anexo da EAU busca em sua limitada área de ocupação a devida atenção às relações arquitetônicas, urbanísticas e históricas presentes no contexto do terreno. Além de abrigar o acervo existente, o edifício foi concebido com o intuito de amplia-lo, configurando-se não apenas como um edifício de abrigo da memória, mas também como um edifício que pudesse através de sua arquitetura fazer de seus elementos construtivos e conceituais visíveis, tornando-se assim, parte integrante do dia a dia acadêmico do conjunto arquitetônico da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF. Este trabalho é fruto do desejo coletivo de ex-alunos da EAU UFF em contribuir para sua amada escola. O projeto de Arquitetura foi então doado por este escritório em 2009 para a…

O gesto de Projeto Situado no campus da Praia Vermelha, o novo edifício da Escola de Arquitetura e Urbanismo será implantado num terreno triangular de 832m2, lindeiro à Rua Passos da Pátria. Na lateral sul,…

ANEXO_BIBLIOTECA EAU UFF

O medo do desconhecido São os mistérios que o mar oculta que nos inspiraram no desenvolvimento do discurso de criação para o projeto arquitetônico para o Centro de Ciências do MAR da UFF. Este sentimento faz a nossa imaginação navegar por mares ainda não descobertos, nos estimulando na criação de formas arquitetônicas que remetam à lembrança de seres aquáticos, com o objetivo de instigar o visitante a percorrer e a descobrir a arquitetura que abriga áreas de estudo, pesquisa e  aquário. O edifício é implantado no campus da UFF da Praia Vermelha e ocupa um terreno com aproximadamente 30mil m². Sua maior extensão está voltada para o norte assim como os demais edifícios do campus. Como está numa cota elevada, o edifício quase aderido a topografia, não ganha proporções verticais exageradas, mantendo-se adequadamente horizontal de maneira a respeitar o conjunto arquitetônico formado pelo Forte do Gragoatá e pela ilha da Boa Viagem, ambos Bens Tombados Federais. No térreo é inserido o edifício que abriga a área do aquário, um centro gastronômico e os acessos principal e de serviços ao edifício. Apesar de estar concentrado num único corpo todo o programa, o edifício pode ser acessado individualmente. A área da exposição dos tanques, teatro/auditório, centro gastronômico e área de pesquisa têm vida própria, não possuindo fluxos cruzados, que poderiam desqualificar a logística de ocupação diária e noturna do conjunto. Propomos também, toda a recuperação arbórea do morro onde o edifício é inserido, além do desenvolvimento de uma adequada urbanização para o entorno imediato, fazendo desta área um grande atrativo na cidade de Niterói. Todo o design arquitetônico é pensado de maneira a atender às necessidades bioclimáticas e sustentáveis do conjunto, com a inserção de coberturas…

O medo do desconhecido São os mistérios que o mar oculta que nos inspiraram no desenvolvimento do discurso de criação para o projeto arquitetônico para o Centro de Ciências do MAR da UFF. Este sentimento…

CENTRO DE CIENCIAS DO MAR_UFF

O projeto cria uma relação imediata entre os elementos PRAÇA – EDIFÍCIO – LAGOA. Através do levantamento e compreensão das condições gerais do entorno imediato, propomos como fio condutor de nossa intervenção, a criação de uma passagem pública para pedestres pelo terreno, integrando e liberando o eixo visual entre a lagoa e a Praça principal de São Pedro da Aldeia. Em 2009 foi refeito em virtude de novas necessidades do cliente.

O projeto cria uma relação imediata entre os elementos PRAÇA – EDIFÍCIO – LAGOA. Através do levantamento e compreensão das condições gerais do entorno imediato, propomos como fio condutor de nossa intervenção, a criação…

Centro Comercial SPA